... Virtude ...

terça-feira, 23 de março de 2010

20ª Meia Maratona de Lisboa

Praça da Portagem


No domingo participei em mais uma Meia Maratona, 20ª Meia Maratona de Lisboa e como não há duas sem três, esta foi a minha terceira Meia Maratona, também a terceira participação na Ponte 25 de Abril. A primeira foi no ano de 2003 seguindo em 2005, ambas participei nas Minis. Cheguei ao local por volta das 9h30, e fui ao encontro do Antonio que lá estava á minha espera. No Pragal estava com alguma confusão no acesso a Praça da Portagem mas era normal derivado a grande afluência de corredores.

Com alguma paciência lá chegamos ao nosso local, fizemos um pequeno aquecimento antes de ir para uma nova aventura no que toca na minha parte. Estava com alguma cautela referente a prova, porque nesta semana transacta esteve tudo virado do avesso, sem o suficiente descanso uma alimentação descuidada, pouca ingestão de líquidos e treinar só na quarta-feira e foi de pouca duração, 7200m em 39min. Por já ter notado noutras provas, faz-me confusão em ver pessoas com dorsais das Minis que se nota que não correr mas andar e lá estão eles na frente para que, para empatarem de facto os que querem correr, é com alguma melancolia que presencio estas cenas.

10h30 deu-se o sinal de partida, eu não ouvi, só dei conta porque começaram todos a correr, fui sempre nos calcanhares do António, poucos metros já estavam os “penetras” a pararem, andarem, e a dificultarem os outros, ou menos que se encostassem para as “bermas”. Esta prova e de uma beleza inconfundível, o tabuleiro da ponte 25 de Abril ai temos a oportunidade uma vez por ano de a percorrer a correr, atravessando-a de carro ou comboio a correr e inesquecível. Ligar as duas margens a correr alcançando com a vista a bonita cidade de Lisboa, já na capital onde a prova terminava junto ao Mosteiro dos Jerónimos e uma das principais igrejas-salão da Europa, com vista para Padrão dos Descobrimentos foi erguido para homenagear os elementos envolvidos no processo dos Descobrimentos portugueses.

O longo percurso sempre junto ao rio Tejo ai podemos visionar a bonita Ponte 25 de Abril a margem sul com o seu ex-líbris, o Cristo Rei monumento religioso que constitui a maior atracção turística do concelho de Almada, a correr temos todo o tempo do mundo para observar todos os pormenores. Já no trajecto para Alcântara avisto o boné azul, ali estava o Mário. Fizemos juntos alguns quilómetros ate um abastecimento que deixei de o ver, só o vi depois na parte final depois do retorno, grande Mário.

Os primeiros quilómetros foram feitos com alguma prudência, pois já ia com algumas dificuldades os músculos estavam presos e sentia-me muito pregado ao chão, assim ate aos 9km. Eu bem dizia ao António “segue que isto esta mal” mas ele incentivava logo”Bora que isto e para baixar da 1h45” e eu pensava para mim como isto está deve de ser verdade. Por ser 21km e uma semana muito atribulada levei comigo um gel para tomar no momento de fraqueza durante a corrida para restabelecer as energias e deu resultado que a partir dos 13km sentia-me muito bem ate dava mostras de ter asas nos ténis.

No decorrer da prova o prazer de avistar vários amigos e incentivando-os e eles a mim, Mário Lima, Luis Mota, Carlos Lopes, o Costa, Joaquim Adelino, Pedro Ferreira, Fábio, Susan, entre outros que o António me ia dizendo. Esteve uma manha de muito calor e muita humidade, apesar de ter iniciado com algum nevoeiro, os abastecimentos estavam bem situados e foi de aproveita-los bem para hidratar e refrescar o corpo que bem que precisava. Dos 13km para diante foi um galgar de atletas sentia-me bem e com força, sempre com o António por perto como foi do princípio ao fim, mentalizado que baixar o tempo das 1h45 se poderia realizar. Completei a prova no meu melhor registo em Meias Maratonas em que participei, terminei num tempo não oficial registado no meu relógio de 1h43m no ritmo de 04:52 min/km.

Curioso e gratificante que corri do principio ao fim na companhia de bom atleta o António e que terminamos de braço dado. No final a confusão se gerou novamente com um grande aglomerado de pessoas e sair das imediações foi um pouco demorado. Hoje já estou recomposto do esforço e voltar a rotina normal nos treinos pois se avizinham provas duras em que vou participar, se tudo correr bem espero que sim!!!

Por final agradeço a todos pelo apoio dado e rápidas recuperações.
Fase Final da Prova - Consagração
CONTROLO 8.5KM: 43:05
CONTROLO 15KM: 1:14:30
CONTROLO 20KM: 1:39:17
TEMPO FINAL OFICIAL: 1h43'19
LUGAR GERAL: 1386
LUGAR ESCALÃO: 643

sábado, 20 de março de 2010

Homenagem


Fica aqui o reconhecimento que neste momento posso fazer-te.

Foi um dia de grande abalo para nós, 17 de Março de 2010. Tu foste embora cedo demais e nós ficamos. Sei que, aonde estiveres vais estar a olhar por nós, nunca vais nos abandonar. Convivemos o tempo suficiente para conhecermos bem, foi uma ligação de 13 anos, desde o ano de 1997 em que conhecia admirável filha que tens, Ruth. E não esqueço que tu foste bom homem. Séca, apelido diferente de todos que já vi. Homem responsável até o último segundo. Por este motivo é que eu nunca te vou esquecer. Apesar de pouco tempo, tu foste, um bom sogro”pai”. Vejo com alguma tristeza como passas-te estes últimos 6 anos de vida com muita amargura e revolta, e sabias que tinhas aqui o teu amparo. Quando olho pró céu me vem a tua lembrança. O ânimo é regressar uns anos atrás relembrando tudo que passamos. Para abusar da tua paciência, bondade, do teu cansaço. Para pular de alegria quando o Benfica, o nosso Benfica ganhava, comer uma caracolada, ver-te a construir e falar dos barcos que tanto amavas, eu vou terminar aquele que não conseguiste acabar. Sogro amigo, sogro afectuoso. Séca, eu sei que agora, tu encontras-te a paz. Descansando no reino eterno do céu.
Tua alegria eu não esquecerei jamais.

Vitor Veloso

1938 / 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

15km - Corrida das Lezírias

Corrida das Lezírias

Ontem estrie-me na distância de 15km, Corrida das Lezírias. Como usual eu e as minhas meninas rumamos para mais um dia de convívio de amigos em vila Franca de Xira, mais uma vez por costume o António e Isabel acompanharam-nos na viagem pena que a Vitória não pode ir, coitadinha! No Parque Urbano do Cevadeiro manha muito bonita, solarenga, com algum vento a mistura cidade com referência a Praça de Touros e a Ponte Marechal Carmona pois iríamos atravessar ate ao campo da Lezírias.

Quando o levantamento do dorsal, a Isabel apresenta-me o Miguel Paiva que por curiosidade já nos tínhamos cruzado no porto quando a Maratona, foi na mesma um prazer falar consigo. Nas Lezírias estiveram presentes mais companheiros de estrada e da Blogosfera, o Pedro Ferreira sei que esteve ausente da prova, a Ana Pereira, o Mário Lima, o Luis Mota, a Susan, o Luis Carlos, a Marina este dois os meus parabéns pelas classificações conquistadas, o Joaquim Adelino, a Susana Adelino e o Daniel, o Carlos Lopes, sem faltar o Antonio Almeida.
Na zona partida num aglomerado de “corredores” avistei o meu amigo Mário Lima e o seu inevitavelmente chapéu, 10h30 sinal de partida e ai fui sozinho, mas com algumas cautelas porque esta semana estive a curar as mazelas contraídas nos Trilhos de Almourol.

O princípio correu normalmente com alguma confusão naquele empedrado e com entrada na Ponte Marechal Carmona era toda nossa, com vista para o Campo de Lezírias e o rio Tejo maravilhoso. Estrada, ponte, relva e terra batida foram os vários tipos de piso que tivemos que enfrentar. Já em terras ribatejanas foi engraçado de ver os campinos, personagem singular, guardião da Lezíria e dos animais que a percorrem, orgulhoso sobre o seu cavalo, com a vara na mão. Desta vez quem correu pelas Lezírias fomos nós, os “corredores”, e lá estavam eles os campinos de “guarda”.

O campo de Lezírias muito belo em seus terrenos longínquos que pena ainda não estarem totalmente floridos ai sim seria maravilhoso. Ponto de retorno e o vento já favorável, correndo bem juntinho ao rio Tejo em direcção a ponte sentia-me bem e foi o rolar sem preocupação ate a meta que sabia que teria a minha espera a Ruth e a minha filhota como sempre quando passo por ela lhe toco na sua mãozinha pequenina e bela, muito gratificante saber que estão sempre perto de mim. Termino com tempo de 1h09 num ritmo de 04:35 min/km.

Pois no fim ressenti um pouco do esforço e penso estar a 100% já no próximo fim-de-semana na Meia Maratona de Lisboa na Ponte 25 de Abril. Final como sempre o reconfortante convivo.

Continuaçao de boas corridas










quinta-feira, 11 de março de 2010

Trilhos de Almourol - Narração Pormenorizada

Narração Pormenorizada

No domingo, 7 de Março de 2010, participei na 1ª edição dos Trilhos de Almourol prova com percurso de 35km, aliás tinha sido alterado para 38km derivado a muita chuva que se fez sentir nos últimos dias, mas no final, pelo GPS dos meus companheiros de prova foi de 40km e alguns metros que eu percorri.

Começou bem cedo o dia eram 6h00 da manha que segui em direcção do Entroncamento, na inadiável companhia da Ruth e da minha filhota Carolina que aqui agradeço a amabilidade de me acompanhar e por terem ficado sem algumas horas de sono, lindas. A minha irmã Isabel também nos acompanhou, obrigado!

Chegamos por volta das 7h00 nas imediações da zona de concentração que nesse momento estava deserto de atletas, o Brito um dos organizadores da prova dos CLAC, foi a primeira pessoa “conhecida” que troquei breves palavras ate a minha apresentação que ate então tinha sido só virtualmente, um prazer. De seguida fui levantar o meu dorsal aproveitando a pouca afluência de atletas, mal entro na tenda reencontro os meus grandes amigos Mário Lima, Joaquim Adelino e Susana Adelino. A Susana iria percorrer pela primeira vez “tamanha” distância, como ela dizia ”Nunca corri mais que uma Meia Maratona”, já éramos dois eu também era estreante nestas distâncias. Então com o meu saco de “ofertas”em minha posse dirigi-me para uma pastelaria para tomar novamente o pequeno almoço o recarregar de baterias, eu já tinha comido “Aveia com passas e mel, com banana” experimentei muito bom!! Tinha sido muito cedo e ate a há hora de partida ainda faltava umas horinhas.

Depois voltamos para o local de concentração dos atletas pois teríamos o autocarro que nos transportaria ate ao local de partida na Aldeia do Mato, já se encontravam muitos atletas e notava alguma confusão reencontrei-me novamente com os companheiros blogueiros que ao passar das horas o grupo ia-se aumentando, entretanto também chegou o meu cunhado António com a Isabel e o Manécas cunhado deles. Foi um pequeno briefing com algumas conversas sobre a prova não faltando fotografias para mais tarde recordar.

8h45 e partimos nós participantes nos Trilhos ate Aldeia do Mato,”curta” viagem mas num bom ambiente mas eu já com alguma ansiedade, nervosismo com o aproximar a hora de partida. Foi agradável de ver que nos seguiam ate ao local de partida o carro que transportava a comitiva de apoio a Ruth, Carolina, Isabel Almeida, Isabel e o Manécas condutor de serviço. Já na Aldeia do Mato com uma deslumbrante vista sobre a albufeira da barragem de Castelo de Bode, aldeia pacata com população muito simpática mas estupefacta com tamanha concentração de corredores em alta algazarra, ai tirar mais algumas fotografias, convívio que me soube bem aliviou a minha ansiedade, ainda me lembro das palavras do Mário Lima para Ruth, “não te preocupes, vou cuidar bem dele”, foi o reconfortar a Ruth, ele bem notou a ansiedade dela.

Já na hora, despedi-me das minhas meninas disse-lhes um ate já, que não fazia a mínima ideia a que horas iria chegar ao destino. Lá fui não sabendo ao certo o que iria encontrar, na companhia do Mário, os primeiros instantes da prova foram feitos a passo todos em fila indiana derivado ao percurso estreito e sinuoso. Mas juntos lá seguimos subindo e descendo ladeiras com muita água e lama que tornavas perigosas e escorregadias.

Passei junto há Estalagem do Vale Manso, e relembrei-me quando lá tinha estado em 2004 gostamos imenso de lá estar. Antes de chegar a barragem já tinha perdido o Mário que teria ficado para traz antes disso lembro-me das últimas palavras dele “Vítor, disse a Ruth que cuidava de ti, mas tu tens que fazer o mesmo comigo”, desculpa Mário por me ter ido embora mas sentia-me bem e comprovou-se no final.

No primeiro abastecimento 6.5km já ia sozinho, e ai com desabafos a mistura com dois corredores que envergavam t-shirts da equipa “talenter” que por coincidência foram as companhias durante o restante da prova. Descendo junto ao rio Zêzere num descer e subir barrancos, com lama, agua e muito arvoredo ai mesmo “sujei” os calções por ter escorregado numas pedras revestidas de musgo e foi inevitável bate-cu, nada de mal aconteceu e segui o meu destino. Nesse percurso um cruzar simultaneamente com ciclistas, e íamos incentivando simultaneamente.

Emocionante foi atravessar o rio Nabão numa ponte improvisada pelo exército, em cima dela andava aos saltinhos, derivado aos outros corredores com algum receio de ir ao “charco”, eu, ou o telemóvel porque aproveitei para tirar umas fotografias, foi assim quase durante a prova toda com o “máquina” na mão. Seguimos em direcção ao segundo abastecimento mas antes disso alguma incerteza ao rumo a tomar com ausência de “fitas” opção foi seguir “pegadas” marcadas no chão, foi uma boa opção.

Do principio ao fim com um constante subir e descer, por vezes “paredes” autenticas, descidas algumas de grande inclinação com muitas pedras e pedregulhos, trajecto com grandes valas a rasgar o chão, muitos laguinhos, lagos e piscinas, fui atravessando pinhais, eucaliptais com muitos troncos no chão para os contornar, saltar, pular, caminhos com lodo, lama e por vezes um lamaçal assustador por vezes os ténis ficavam “agarrados” que parecia ímanes, foi um constante lutar contar todas as adversidades.

Cheguei ao terceiro abastecimento mais ou memos com 22km como fundo a bonita cidade de Constância foi o reforçar das energias. Em direcção de Tancos que era o quarto abastecimento e no percurso junto ao rio Tejo com vista para o Castelo de Almourol, situado numa pequena ilha no curso do rio Tejo foi ai junto a linha de comboio que deixei de ver fitas segundo engano de percurso, a alternativa foi voltar para traz e apanhar boleia e as dicas de outros corredores.

Já em Tancos bonita freguesia é conhecida pela importância da sua actividade militar, gente nas janelas e portas na rua a verem aquele aparato vão e ruidoso massa humana sempre muito simpáticos em incentivar-nos que naquela altura era bom, antes desse quarto abastecimento, para abrir o apetite um “parede” mas desta feita em alcatrão para abrir o apetite, aproveitei em comer de tudo um pouco estava com fome também derivado ao cheirinho agradável das iguarias preparadas que se fazia sentir, era hora de almoço, foi hidratar-me bem porque ainda faltava muitos km ate ao final.

De seguida foi um ziguezague sempre a subir, quando se sobe há as inevitáveis descidas sempre presente as ditas parede ate a zona da Vila Nova da Barquinha, ai iria ser o quinto abastecimento que pelo GPS do meu “companheiro” ias-mos em 30km lá marcava numa tableta 33.5km, antes do abastecimento foi de ultrapassar uma paredezona que claro foi feita a andar e partir dai começou as dificuldades comecei a ter cambraias nos gémeos, foi durante praticamente uns bons quilómetros, alternativa era parar alongar e retomar encurtando a passada e fui resolvendo assim o problema ate passar definitivamente.

A partir da foi seguir as “fitas” ate ao final, e sempre persistente as dificuldades que a prova evidenciou, o cansaço já se notava e quando cheguei ao Parque do Bonito foi um encher de admiração por ter chegado ate ali e que já faltava poucos metros. A ribeira foi a última dificuldade água pelos joelhos que soube tão bem não só para tirar a lama que tinha e um refrescar dos gémeos, estava tão gelada que as anestesiou, foi um esquecer de todas as mazelas e dores.

Nesse momento foi o rejuvenescer, contente por já estar a chegar e partilhe-a com a Ruth que lhe liguei para lhe dizer que estava a 500 metros da chegada, dito pelo Brito que estava por ali, ficou espantada e muito contente. Já na parte final avistei-as, a Carolina foi a primeira que me cruzei e dei-lhe uma “palmada” na mão e a Ruth estava mais a frente a tira-me a foto da consagração que parei para a cumprimentar. Terminei a prova num honroso tempo de 4h34m nuns ostentosos 40km num ritmo 06:50 min/km, na classificação geral fiquei em 74º em 174ºparticipantes classificados, eu adorei imenso apesar da dureza, era Trilhos, teria que contar com isso. Nota Importante os ténis, Nike Trail Zoom Red Rocks II, portaram-se lindamente melhor que esperava, nota positiva.

No final estava cansadíssimo as pernas não queriam corresponder, então dirigi-me para as piscinas ali próximas para um recompensador banho de água quentinha. Era impressionante a lama que estava pegado as pernas e nos ténis, as meias eram brancas, eram pois, porque mudaram de cor. Em seguida o digno almoço para o retomar de energias ali mesmo na tenda que a organização disponibilizou. Já estava na hora de regressar a casa, bem que gostaria de ficar mais tempo, derivado a motivos pessoas tive que regressar a Lisboa.

Era tempo de despedidas fui ao encontro do Mário Lima e do Joaquim que se encontravam na zona de banhos pela indicação da Susana, foi um ate já porque neste domingo estaremos juntos na Corrida das Lezírias, penso eu. Hoje ao fim de quatro dias de recuperação já estou atingir os 100%, os músculos estão restabelecidos. Foi tempo de reflectir e dizer que adorei, a organização CLAC esteve muito bem 5º estrelas, os meus parabéns. Agradecimento especial ao Brito pela boa prova que nos apresentou, com insatisfação minha não ter conhecido pessoalmente sua esposa Otília mas eu cruzei-me com ela no abastecimento 33.5km.

Especialmente o agradecimento, sem elas não estaria ali, as minhas “Mulheres”, pelo todo tempo dispensado durante todo o dia, há minha irmã também. Agora e aguardar pela 2º edição Trilhos de Almourol.

Agradeço aos que tiveram a paciência de lerem a minha narração pormenorizada da minha prova, ate ao fim.

Boas recuperações para todos!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Trilhos de Almourol - Fotos ( grau de actividade )

Amigos,

Partilho convosco, conhecedor por experiência própria na aventura feita pelos Trilhos de Almourol.
Fotos que eu fui tirando com o telemóvel de uma realidade activamente vivida.
Faltando apenas o meu relato que esta a ser preparado, ainda estou a fazer o download de tudo!!
Em breve darei noticias.





























Outras Fotos tiradas por fotógrafos ao longo do percurso.

Barragem de Castelo de Bode
No "fundo" da Barragem
Aproximar do abastecimento 33.5km
33.5km com companheiros de prova
4h34 depois, finalmente chego!!

terça-feira, 9 de março de 2010

Trilhos de Almourol - Fotos

Fotografias da autoria de Ruth Veloso.
Domingo,7 de Março de 2010
Estao lindas!!!
Boa disposição

Local de concentração - Entrocamento


Casal Veloso


Partida para Aldeia do Mato


Aldeia do Mato


Abutres & Companhia


Sem a necessidade de apresentação


Clã de apoio


Pura concentração


La vou eu, para a aventura!!


Bonita paisagem


4h34 Depois


Repor merecidas energias



Vou voltar com mais novidades!! Aguardem!!


Cumprimentos